Terminou a época de Inverno com a realização desta 2ª jornada do Campeonato de Velocidade, desta vez em barcos curtos para os seniores e longos para os juniores.
Com o tempo e Protecção Civil a ameaçar más condições meteorológicas, tivemos um Domingo encoberto, com algumas pingas de chuva mas óptimo para a prática da modalidade, com algumas rajadas vento a correr ligeiramente da parte da manhã, o que poderá ter influenciado a prestação das equipes em algumas eliminatórias, dado que o apuramento era por tempos mas com um plano de água bastante bom.
Não se pode dizer que tenha havido grandes surpresas neste campeonato onde imperou o equilíbrio quer nas regatas, quer na distribuição dos títulos. Ainda assim se notaram grandes diferenças entre os primeiros classificados e os últimos, com distâncias bem superiores a um minuto na mesma final. Num campeonato de Seniores chega a ser confrangedor ver atletas que ainda não sabem remar a participar. São politicas de cada clube, mas que em nada favorecem a modalidade.
Voltando aos títulos, apenas quatro clubes (RCFP, SCP, SCC e Cerveira) conquistaram dois troféus tendo os restantes vencedores ficado apenas por um troféu.
Na classificação para o Ranking, o vencedor da geral foi o RCFP (89,5 pontos) tendo-se verificado uma luta muito acesa no vencedor em seniores, com o SCC e a AAC a empatar com 49,5 pontos seguido do RCFP (48,5).
O segundo lugar na geral do CNIDH (71 pontos) está aquém daquilo que este clube pode apresentar, não tendo vencido nenhuma das provas em que participou.
O CDUP alcançou um excelente 8º lugar da geral com 37 pontos, resultado do seu 6º lugar em Séniores.
A lista dos vencedores e Campeões Nacionais é a seguinte:
RCFP– 2 títulos (4XJF; 4-JM)
SCP – 2 títulos (2XSM; 1XSM)
SCC – 2 títulos (8+JM; 2-SM)
Cerveira - 2 titulos (4+JM; 2+SM)
CDUP – 1 titulo (2-SF)
CFV – 1 titulo (2XSF)
AAC – 1 título (1XSF)
CNV – 1 título (4XJM)
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
2ª Jornada em antecipação
Antes de se querer fazer a análise aos clubes ou ás equipes participantes nesta 2ª jornada do Nacional de Inverno convém recordar alguns dos motivos de reclamação relativamente á Pista de Montemor:
- Condições climatéricas instáveis
- Ventos contra e laterais em especial da parte da tarde
- Desigualdade de andamento nas pistas com condições climatéricas desfavoráveis
Fora das condições de competição estão aquelas que tornam a presença mais ou menos agradável tais como:
- Sanitários para homens e mulheres
- Balneários para depois das provas se tomar um merecido banho
- Abrigos para o sol e/ou para a chuva
Para não falar de um local onde se comer ou beber alguma coisa quente ou fresca, consoante o tempo.
Parece que o Remo vai estar com alguma sorte desta vez. No sábado realiza-se um Encontro Nacional de Canoagem pelo que, pelo menos, sanitários deverá haver. Esperemos que o tempo ajude e proporcione uma jornada com o mesmo clima da 1ª jornada.
- Condições climatéricas instáveis
- Ventos contra e laterais em especial da parte da tarde
- Desigualdade de andamento nas pistas com condições climatéricas desfavoráveis
Fora das condições de competição estão aquelas que tornam a presença mais ou menos agradável tais como:
- Sanitários para homens e mulheres
- Balneários para depois das provas se tomar um merecido banho
- Abrigos para o sol e/ou para a chuva
Para não falar de um local onde se comer ou beber alguma coisa quente ou fresca, consoante o tempo.
Parece que o Remo vai estar com alguma sorte desta vez. No sábado realiza-se um Encontro Nacional de Canoagem pelo que, pelo menos, sanitários deverá haver. Esperemos que o tempo ajude e proporcione uma jornada com o mesmo clima da 1ª jornada.
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Presenças e Ausencias - Papel da FPR
Antes de fazer o balanço de mais um campeonato da sameirinha, que por acaso se realizou numas condições climátéricas fantásticas o que é raro, diga-se, importa deixar para reflexão as tropelias que esta Direcção da FPR está a fazer de uma forma que posso considerar irresponsável.
Sob a já famosa circular 61 está-se a pedir (para não dizer "obrigar") aos treinadores e delegados presentes para assinar uma folha de presenças. Sendo esta posição desconfortável para quem assina, é antes de mais uma forma de controlo por parte desta direcção dos clubes e dos seus elementos. Para além da polémica dos delegados não poderem ser treinadores e vice-versa, está-se a criar um espaço para que um clube deixe de poder exercer a sua acção de comando sobre os seus "empregados".
Imaginemos uma situação deste tipo.
Um treinador vai a uma prova organizada pela FPR e logo pela fresquinha assina a folha de presenças. Como está um dia bonito, ele vai dar uma volta e não aparece o resto do dia no seu local de acompanhamento dos atletas. O clube não gosta desta atitude e move-lhe um processo disciplinar por abandono do seu local de trabalho e das suas responsabilidades, descontando-lhe o dia de trabalho. O trabalhador (treinador) diz que não senhor, que esteve presente e até assinou um documento comprovativo do facto.
Em termos legais, o trabalhador está salvaguardado. O clube fica sem razão e agora gostava de saber qual o papel da FPR no meio disto tudo.
Estou convicto que se o caminho continua a ser este, o Remo vai ser noticia pelos piores motivos.
Sob a já famosa circular 61 está-se a pedir (para não dizer "obrigar") aos treinadores e delegados presentes para assinar uma folha de presenças. Sendo esta posição desconfortável para quem assina, é antes de mais uma forma de controlo por parte desta direcção dos clubes e dos seus elementos. Para além da polémica dos delegados não poderem ser treinadores e vice-versa, está-se a criar um espaço para que um clube deixe de poder exercer a sua acção de comando sobre os seus "empregados".
Imaginemos uma situação deste tipo.
Um treinador vai a uma prova organizada pela FPR e logo pela fresquinha assina a folha de presenças. Como está um dia bonito, ele vai dar uma volta e não aparece o resto do dia no seu local de acompanhamento dos atletas. O clube não gosta desta atitude e move-lhe um processo disciplinar por abandono do seu local de trabalho e das suas responsabilidades, descontando-lhe o dia de trabalho. O trabalhador (treinador) diz que não senhor, que esteve presente e até assinou um documento comprovativo do facto.
Em termos legais, o trabalhador está salvaguardado. O clube fica sem razão e agora gostava de saber qual o papel da FPR no meio disto tudo.
Estou convicto que se o caminho continua a ser este, o Remo vai ser noticia pelos piores motivos.
E assim vamos cantando e rindo...
Estava-me a preparar para fazer uma análise mais detalhada á 1ª jornada do Nacional de Inverno quando me lembrei que NÃO esteve presente a televisão. E não esteve porquê? Perguntam e bem. Porque desta forma não é necessário dar entrevistas e assim não se dizem bacuradas.
No entanto, posso dizer que fiz um xi-xizinho ao ar puro e não me constou que houvesse alguem com soltura ou diarreia para bem dele e da comunidade presente. É que desta vez, nem uma latrinazinha para consolo da vista.
E assim vai a nossa pista de classe A.
No entanto, posso dizer que fiz um xi-xizinho ao ar puro e não me constou que houvesse alguem com soltura ou diarreia para bem dele e da comunidade presente. É que desta vez, nem uma latrinazinha para consolo da vista.
E assim vai a nossa pista de classe A.
sábado, fevereiro 02, 2008
Sucesso
O CDUP está, juntamente com a APELGA (ASS.Pais ESAG),a organizar um torneio interescolas de remo Indoor em Gaia que teve hoje a sua primeira jornada. Foi para mim uma enorme surpresa a adesão que esta iniciativa teve junto da Escola Secundária Inês de Castro com mais de 600 alunos a participar e super entusiasmados com a experiência. É daqueles esforços que vale a pena ter.
Foi uma sensação de vitória ver os alunos remadores daquela escola sentirem-se importantes, procurados pelos colegas como se fossem atletas de uma modalidade mediática. Foi igualmente uma previsível surpresa os imensos potênciais talentos que participaram com resultados ao nível de atletas com anos de treino.
Este torneio prevê a deslocação a 10 escolas do concelho para a fase de apuramento sendo realizada em Março a final na Escola Secundária de Almeida Garrett.
Pela adesão que está a ter, preve-se a participação de mais de 6000 alunos. Deve ser seguramente o maior evento da modalidade de sempre. Aguardo pelos apoios pois para as congratulações tenho muito tempo.
No entanto quero deixar uma palavra especial de agradecimento ao Fluvial na pessoa do seu seccionista Manuel António pela pronta disponibilização dos seus ergometros, o que permitiu uma resposta adequada a esta primeira fase de apuramento.
Pela reacção dos participantes e pelo entusiasmo demonstrado tenho a certeza que a modalidade já ganhou. Qual o clube mais beneficiado? Who cares?
Foi uma sensação de vitória ver os alunos remadores daquela escola sentirem-se importantes, procurados pelos colegas como se fossem atletas de uma modalidade mediática. Foi igualmente uma previsível surpresa os imensos potênciais talentos que participaram com resultados ao nível de atletas com anos de treino.
Este torneio prevê a deslocação a 10 escolas do concelho para a fase de apuramento sendo realizada em Março a final na Escola Secundária de Almeida Garrett.
Pela adesão que está a ter, preve-se a participação de mais de 6000 alunos. Deve ser seguramente o maior evento da modalidade de sempre. Aguardo pelos apoios pois para as congratulações tenho muito tempo.
No entanto quero deixar uma palavra especial de agradecimento ao Fluvial na pessoa do seu seccionista Manuel António pela pronta disponibilização dos seus ergometros, o que permitiu uma resposta adequada a esta primeira fase de apuramento.
Pela reacção dos participantes e pelo entusiasmo demonstrado tenho a certeza que a modalidade já ganhou. Qual o clube mais beneficiado? Who cares?
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Declarações de treta
Num curto espaço de tempo os meus sentidos foram bombardeados com atoardas fantásticas vindas de quem deveria ter algum sentido de "estado". O presidente da FPR, depois das declarações infelizes em Aveiro, veio agora ao Porto declarar que o Campeonato Nacional de Fundo deveria acabar.
O problema de se querer ter sempre qualquer coisa para dizer faz com que se comece a dizer asneiras, para não utilizar outra expressão mais brejeira.
Dizer que um Campeonato Nacional de Fundo deve acabar só mesmo de quem não tem ideia que esta prova é o expoente da preparação de inverno e marca o início da época de velocidade. Se efectivamente houvesse a preocupação de ouvir os clubes e tentar junto destes alterar o figurino da prova em vez de haver a preocupação da inscrição do delegado ou da falta de comparencia do treinador com penalizações surrealistas, provavelmente a modalidade ganharia com isso.
Quero ouvir os comentários daqui a umas semanas numa pista de condições duvidosas a um dos muitos campeonatos de sameirinha, desculpem, nacional que se vai realizar.
Vamos ter agora a 1ª jornada, depois a 2ª jornada depois o de verão, o de shell, o de yolle, de sprint vezes 2, o de .... mas desses não se pode dizer mal. São altamente competitivos, numa pista classe A, com todo o conforto que os participantes merecem.
Quando não se tem nada pra dizer, mais vale ficar calado, ou ainda, quando abrem a boca ou entra mosca ou sai asneira. Ainda assim prefiro aquela que diz que algumas pessoas caladas são uns oradores de 1ª
O problema de se querer ter sempre qualquer coisa para dizer faz com que se comece a dizer asneiras, para não utilizar outra expressão mais brejeira.
Dizer que um Campeonato Nacional de Fundo deve acabar só mesmo de quem não tem ideia que esta prova é o expoente da preparação de inverno e marca o início da época de velocidade. Se efectivamente houvesse a preocupação de ouvir os clubes e tentar junto destes alterar o figurino da prova em vez de haver a preocupação da inscrição do delegado ou da falta de comparencia do treinador com penalizações surrealistas, provavelmente a modalidade ganharia com isso.
Quero ouvir os comentários daqui a umas semanas numa pista de condições duvidosas a um dos muitos campeonatos de sameirinha, desculpem, nacional que se vai realizar.
Vamos ter agora a 1ª jornada, depois a 2ª jornada depois o de verão, o de shell, o de yolle, de sprint vezes 2, o de .... mas desses não se pode dizer mal. São altamente competitivos, numa pista classe A, com todo o conforto que os participantes merecem.
Quando não se tem nada pra dizer, mais vale ficar calado, ou ainda, quando abrem a boca ou entra mosca ou sai asneira. Ainda assim prefiro aquela que diz que algumas pessoas caladas são uns oradores de 1ª
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Parabéns ás Campeãs
Rescaldo ao C.N. Fundo - 08
Ainda não foi desta que se pôde coroar esta realização como um êxito que tanto se desejaria.
Contrariamente aos anos anteriores em que as condições climatéricas prejudicaram a prestação das equipes, este ano o tempo e o plano de agua estiveram propícios a uma excelente jornada mas,... e com há sempre um mas continuamos a assistir aos barcos rebelos a acompanhar as provas. Não se percebe. Valha-nos que desta vez estiveram mais sensíveis ao esforço dos atletas e sempre que uma regata estava a decorrer, abrandavam a marcha.
Mas a maior critica deste ano vai para o cumprimento dos horários. Estava a primeira regata agendada para as 14 horas e começou 30 minutos depois. A partir daí foi sempre a atrasar de tal forma que a chegada da prova-rainha, o Shell 8 sénior realizou-se já noite cerrada. Terá sido uma primeira experiência para a realização de regatas nocturnas no Douro? Quando puserem uns pontos de luz de tal forma que permita a identificação das equipes, sou um apoiante dessa iniciativa. Parece que todo este atraso se deveu ao já famoso documento da FPR que impede os clubes de utilizar pás de outros clubes e/ou com as cores da FPR. Está no código de regatas, é um facto, mas se um clube corre com barco emprestado não poderá utilizar remos emprestados?
Outra situação merecedora de reparo foi a dualidade de critérios na largada. Houve regatas com 8 equipes que se sujeitaram á realização mangas e com isso ao critério de tempos o que, quer se queira quer não, acaba por tirar competitividade e desvirtuar as prestações das equipes.
Extra organização continuo a achar que é desprestigiante para a modalidade a inclusão de atletas das classes de aprendizagem (escolas) nestas andanças o que originou ver passar aos 2000 metros uma tripulação e a 2ª classificada ainda estar a passar os 1000, com o aconteceu no 4XSF. Numa prova com estas características é desmotivante para quem ganha e para quem perde.
O CDUP globalmente esteve acima das expectativas, embora nas análises individuais se tenham verificado resultados diferenciados, mas como o remo é um desporto de equipe, foi o clube que ganhou. Para a história fica o 1º lugar do 2XSF, o esforçado e surpreendente 4º lugar do 4-SM, o 6º lugar do 2XSM e o 8º lugar do 2XJM.
Esperemos que o próximo ano nos traga maior rigor organizativo e maior competitividade.
Contrariamente aos anos anteriores em que as condições climatéricas prejudicaram a prestação das equipes, este ano o tempo e o plano de agua estiveram propícios a uma excelente jornada mas,... e com há sempre um mas continuamos a assistir aos barcos rebelos a acompanhar as provas. Não se percebe. Valha-nos que desta vez estiveram mais sensíveis ao esforço dos atletas e sempre que uma regata estava a decorrer, abrandavam a marcha.
Mas a maior critica deste ano vai para o cumprimento dos horários. Estava a primeira regata agendada para as 14 horas e começou 30 minutos depois. A partir daí foi sempre a atrasar de tal forma que a chegada da prova-rainha, o Shell 8 sénior realizou-se já noite cerrada. Terá sido uma primeira experiência para a realização de regatas nocturnas no Douro? Quando puserem uns pontos de luz de tal forma que permita a identificação das equipes, sou um apoiante dessa iniciativa. Parece que todo este atraso se deveu ao já famoso documento da FPR que impede os clubes de utilizar pás de outros clubes e/ou com as cores da FPR. Está no código de regatas, é um facto, mas se um clube corre com barco emprestado não poderá utilizar remos emprestados?
Outra situação merecedora de reparo foi a dualidade de critérios na largada. Houve regatas com 8 equipes que se sujeitaram á realização mangas e com isso ao critério de tempos o que, quer se queira quer não, acaba por tirar competitividade e desvirtuar as prestações das equipes.
Extra organização continuo a achar que é desprestigiante para a modalidade a inclusão de atletas das classes de aprendizagem (escolas) nestas andanças o que originou ver passar aos 2000 metros uma tripulação e a 2ª classificada ainda estar a passar os 1000, com o aconteceu no 4XSF. Numa prova com estas características é desmotivante para quem ganha e para quem perde.
O CDUP globalmente esteve acima das expectativas, embora nas análises individuais se tenham verificado resultados diferenciados, mas como o remo é um desporto de equipe, foi o clube que ganhou. Para a história fica o 1º lugar do 2XSF, o esforçado e surpreendente 4º lugar do 4-SM, o 6º lugar do 2XSM e o 8º lugar do 2XJM.
Esperemos que o próximo ano nos traga maior rigor organizativo e maior competitividade.
No bom caminho....

Foi uma jornada proveitosa para o CDUP e um bom arranque no ranking de clubes
Alcançamos através das meninas do 2XSF o primeiro titulo nacional e classificamo-nos em 6º na categoria sénior o que representou um 11º lugar geral no ranking de clubes.
Seguem-se novos desafios: o Nacional de Inverno e o Nacional de Veteranos onde temos responsabilidades acrescidas.
Nas imagens as quatro tripulações que contribuiram para este primeiro sucesso. Para elas os meus parabéns.
quinta-feira, janeiro 24, 2008
Novas esperanças



A minuta do protocolo já tem forma. Agora falta a redacção final e respectivas assinaturas.
Depois do terreno falta edificar. Vamos ver como é que conseguimos chamar a atenção á GaiaPolis para as suas responsabilidades.
Entretanto, já existe autorização para começar a acampar.
Limpeza do terreno, levantamento de muros e começar a "desenhar" áreas de apoio são os próximos passos.
Esta vai ser a nossa nova paisagem. Apreciem e vejam o plano de agua.
AVANÇO ou RETROCESSO?
Tinha lido nas paginas do jornal regional de Aveiro a entrevista dada pelo Presidente da FPR aquando da realização da "Descida da Ria" e chocou-me a forma que posso considerar leviana de afrontar o esforço e dedicação dos clubes locais á realização de um sonho com décadas que é a construção da pista de Remo no Rio Novo do Príncipe.
Dizer que Portugal não tem condições para ter duas pistas de classe A só revela pequenês e falta de horizontes ou então estão a fazer "cambalacho" com a Câmara de Montemor para que esta não tenha concorrência, face aos ditos 60 ou 80 km que distam uma da outra. Se houver uma sondagem sobre as preferências dos atletas e outros agentes da modalidade á localização da melhor pista, garantidamente aparecem muitas outras antes de Montemor, inclusive as que não se possam considerar de classe A.
Estou de acordo com o comunicado do Galitos e solidário com o esforço do Cacia.
Se temos espaço para 12 estádios de futebol, mais depressa temos para 24 pistas de remo.
Como dirigente máximo da modalidade, mesmo que não concorde, pelo menos não o exprima para não atrapalhar as justas pretensões de quem ama a modalidade.
Dizer que Portugal não tem condições para ter duas pistas de classe A só revela pequenês e falta de horizontes ou então estão a fazer "cambalacho" com a Câmara de Montemor para que esta não tenha concorrência, face aos ditos 60 ou 80 km que distam uma da outra. Se houver uma sondagem sobre as preferências dos atletas e outros agentes da modalidade á localização da melhor pista, garantidamente aparecem muitas outras antes de Montemor, inclusive as que não se possam considerar de classe A.
Estou de acordo com o comunicado do Galitos e solidário com o esforço do Cacia.
Se temos espaço para 12 estádios de futebol, mais depressa temos para 24 pistas de remo.
Como dirigente máximo da modalidade, mesmo que não concorde, pelo menos não o exprima para não atrapalhar as justas pretensões de quem ama a modalidade.
domingo, janeiro 20, 2008
Quem tem....
DIA NEGRO




Ontem foi um dia difícil.
Foi daqueles dias em que de manhã uma pessoa á tarde não pode sair á noite.
Várias vezes é falado entre os clubes que o percurso para transitar no rio deve ser cumprido, mas os maus hábitos falam mais alto e acabam por dar maus resultados. Mesmo entre as tripulações do próprio clube é vulgar verificarem-se acidentes, uns com maior gravidade que outros.
Ontem tocou ao CDUP e ao Sport a infelicidade de ver dois dos seus barcos danificados, felizmente sem consequências físicas para nenhum dos atletas.
Quando a tripulação de Shell de 8+ do CDUP fazia mais um treino de preparação para participar na "Descida da Ria", um quadriscull do Sport que seguia para montante tomou o mesmo alinhamento que o CDUP que vinha em direcção á Foz e em frente ao Areinho de Oliveira do Douro, acabaram por embater a meio do rio, num daqueles pontos críticos que as tripulações procuram para fazer o menor numero de curvas possível. Embora fosse a meio rio, numa zona cinzenta, foi reflexo do 4X ter subido encostado ao Porto que o acidente se deu. A única culpa que se pode assacar aos jovens do Sport é não terem olhado para trás, pois o percurso que eles tomaram é o mesmo que indevidamente todos as tripulações de todos os clubes tomam.
Para o CDUP foi mais uma lição. Espero que para aqueles jovens também o tenha sido.
domingo, janeiro 13, 2008
Regata "Zé da Micha"
Decorreu este domingo, 13 de Janeiro e dia das comemorações do S. Gonçalo, no rio Douro entre a Igreja da Srª do Ó e a sede dos "Mareantes", na ribeira de Gaia, a que se pode considerar já tradicional regata "Zé da Micha" para Shell de 8+ na categoria de Veteranos. Este evento, que já vai na sua 5ª organização, é da responsabilidade dos "Mareantes do Rio Douro" e conta com o precioso apoio do Fluvial Portuense.
Na prova deste ano o convite foi extensível ao CDUP, pelo que estiveram em competição o Fluvial como clube "organizador", o Sport e claro está, o CDUP.
O mau tempo que se fez sentir prejudicou a actuação das tripulações, que, para além da distância, tiveram que lutar contra a forte ondulação, a chuva e o vento contra.
O empenho dos atletas proporcionaram um bom espectáculo, com indefinição quanto ao vencedor. A perspectiva de quem estava "por dentro" indicava uma vitória do Sport, mas para o juiz de chegada, e é esse que conta, a vitória coube ao CDUP, tendo o Fluvial ficado em 3º lugar.
Resumindo, o Sport ficou com a vitória moral, enquanto para a história o vencedor foi o CDUP (Filipe , Tiago, Tó, Carlos, Sérgio, Faria, Pedrosa, Afonso Batista e Nelson como timoneiro), o Sport em 2º e o Fluvial em 3º.
Seria interessante ver na próxima edição a presença dos dois outros clubes representativos do Grande Porto, o PortusCale e o CNIDH. A direcção desta associação recreativa de carácter cultural, pelo esforço que faz de aliar estas duas vertentes bem merece o nosso apoio e elogio.
Na prova deste ano o convite foi extensível ao CDUP, pelo que estiveram em competição o Fluvial como clube "organizador", o Sport e claro está, o CDUP.
O mau tempo que se fez sentir prejudicou a actuação das tripulações, que, para além da distância, tiveram que lutar contra a forte ondulação, a chuva e o vento contra.
O empenho dos atletas proporcionaram um bom espectáculo, com indefinição quanto ao vencedor. A perspectiva de quem estava "por dentro" indicava uma vitória do Sport, mas para o juiz de chegada, e é esse que conta, a vitória coube ao CDUP, tendo o Fluvial ficado em 3º lugar.
Resumindo, o Sport ficou com a vitória moral, enquanto para a história o vencedor foi o CDUP (Filipe , Tiago, Tó, Carlos, Sérgio, Faria, Pedrosa, Afonso Batista e Nelson como timoneiro), o Sport em 2º e o Fluvial em 3º.
Seria interessante ver na próxima edição a presença dos dois outros clubes representativos do Grande Porto, o PortusCale e o CNIDH. A direcção desta associação recreativa de carácter cultural, pelo esforço que faz de aliar estas duas vertentes bem merece o nosso apoio e elogio.
terça-feira, janeiro 01, 2008
BOM ANO 2008
Está a começar um novo ano civil.
Pretende-se sempre que seja melhor que o anterior.
Os meus desejos para o Remo Nacional são exactamente esses. Que seja melhor que o anterior.
Que pelo menos uma das nossas equipes nacionais atinja o apuramento para os J.O.
Que haja maior abertura e relacionamento entre a FPR e os clubes.
Que os clubes estejam á altura das suas responsabilidades.
E, fundamentalmente, que os atletas reconheçam capacidade de liderança em quem de direito.
BOM ANO PARA TODOS
Pretende-se sempre que seja melhor que o anterior.
Os meus desejos para o Remo Nacional são exactamente esses. Que seja melhor que o anterior.
Que pelo menos uma das nossas equipes nacionais atinja o apuramento para os J.O.
Que haja maior abertura e relacionamento entre a FPR e os clubes.
Que os clubes estejam á altura das suas responsabilidades.
E, fundamentalmente, que os atletas reconheçam capacidade de liderança em quem de direito.
BOM ANO PARA TODOS
quarta-feira, dezembro 26, 2007
PRENDAS DE NATAL
Ouvi dizer que o pai Natal veio com uma sacola de prendas para distribuir pelo Remo Nacional.
Do diz-que-disse, fiquei a saber de algumas prendas que ficaram no pau-de-voga
Assim:
Em Gaia ficou a promessa um Posto Náutico novo;
Em Cacia, uma nova pista de remo;
Em Montemor, balneários e uma pista balizada;
No Pocinho, a instalação de ar condicionado e uma pista de aterragem;
No Barreiro um autopullmans para deslocação ao Pocinho
Em Lisboa, o Pai Natal foi mais generoso (portaram-se melhor):
Na FPR:
"Gestão Para Totós", de Bob Nelson- Porto Editora,
"A estatística para todos", Frances Clegg – Gradiva
“Como criar um site na Internet”
Curso – "Psicologia do Treino”
Curso de Chinês avançado
Aos clubes nacionais: Uma dose extra de paciência e esperança.
Aos atletas: Humildade e espírito de sacrifício
Agora resta esperar que façam bom uso destas oferendas
UM BOM ANO
Do diz-que-disse, fiquei a saber de algumas prendas que ficaram no pau-de-voga
Assim:
Em Gaia ficou a promessa um Posto Náutico novo;
Em Cacia, uma nova pista de remo;
Em Montemor, balneários e uma pista balizada;
No Pocinho, a instalação de ar condicionado e uma pista de aterragem;
No Barreiro um autopullmans para deslocação ao Pocinho
Em Lisboa, o Pai Natal foi mais generoso (portaram-se melhor):
Na FPR:
"Gestão Para Totós", de Bob Nelson- Porto Editora,
"A estatística para todos", Frances Clegg – Gradiva
“Como criar um site na Internet”
Curso – "Psicologia do Treino”
Curso de Chinês avançado
Aos clubes nacionais: Uma dose extra de paciência e esperança.
Aos atletas: Humildade e espírito de sacrifício
Agora resta esperar que façam bom uso destas oferendas
UM BOM ANO
sexta-feira, dezembro 21, 2007
BOAS FESTAS


Estamos no final de mais um ano e é sempre época de desejar o melhor para todos, de nos envolvermos no espírito natalício nem que isso dure apenas pelo período desta quadra.
Continuo a acreditar que o "Natal" é sempre que o homem quer. E também que este espírito deveria perdurar pelo Ano todo.
Estas fotos reflectem o meu desejo e o meu estado de espírito.
Desejo que o novo ano seja a concretização dos sonhos de todos os que dão o seu melhor para a modalidade e que nos traga grandes alegrias e momentos de felicidade.
UM FELIZ NATAL PARA TODOS DE BEM QUE SE QUEREM BEM.
PS: Infelizmente (ou felizmente) não tenho tido tempo para "postar" assuntos que gostaria tais como comentar a Assembleia Geral da FPR, a ida do CDUP a Sevilha e outros assuntos que vão ficando desactualizados. Aguardemos por melhores momentos.
Entretanto deixo a informação de que está a decorrer a eleição do "Treinador do Ano" em Remo.
Aceito sugestões para formular o meu sentido de voto.
segunda-feira, novembro 12, 2007
Competir é Divertir
Nem sempre são só as vitórias que nos dão as maiores alegrias e satisfação.
Realizou-se este último Domingo o “Troféu Sº Martinho” em Valença onde o CDUP participou com a sua tripulação de Shell 8+.
Numa prova com 12 tripulações inscritas em Shell de 8+ e realizada no sistema de eliminatórias na distância de 1000 metros certinhos, foi um excelente dia de promoção da modalidade numa região onde o Remo é Rei.
Apesar das excelentes condições gerais para a prática da modalidade (plano de agua e climatéricas) a afluência do público não correspondeu ás expectativas da organização.
Quem esteve presente assistiu a regatas bem disputadas, com equilíbrio e emoção até ao final de cada uma das provas.
Cada final era composta por 4 tripulações resultantes dos apuramentos nas eliminatórias anteriores.
O CDUP venceu a 1ª manga de classificação e na manga seguinte, após aceso despique para o apuramento para a final A com o Sport e o SCC, uma má opção de rumo permitiu a ultrapassagem do Sport tendo ficado apurado para a final B.
A final A foi bastante renhida entre os 3 primeiros tendo sido ganha e bem pelo SCC (A) seguido pelo Miño e pelo Sport, ficando em ultimo o CNIDH.
Na final B a prova foi discutida taco a taco entre o CDUP e o Náutico, com vitória suada deste ultimo ficando nas restantes posições o SCC (B) e o Ginásio.
Da final C não podem ser referidos os resultados por falta de elementos. No entanto, informa-se que as restantes tripulações inscritas eram o ARCO, o Miño (B) o Vigo e o Galitos.
Conseguimos os nossos objectivos. A sensação do dever cumprido. Participar e divertir. Isso é uma vitória.
Realizou-se este último Domingo o “Troféu Sº Martinho” em Valença onde o CDUP participou com a sua tripulação de Shell 8+.
Numa prova com 12 tripulações inscritas em Shell de 8+ e realizada no sistema de eliminatórias na distância de 1000 metros certinhos, foi um excelente dia de promoção da modalidade numa região onde o Remo é Rei.
Apesar das excelentes condições gerais para a prática da modalidade (plano de agua e climatéricas) a afluência do público não correspondeu ás expectativas da organização.
Quem esteve presente assistiu a regatas bem disputadas, com equilíbrio e emoção até ao final de cada uma das provas.
Cada final era composta por 4 tripulações resultantes dos apuramentos nas eliminatórias anteriores.
O CDUP venceu a 1ª manga de classificação e na manga seguinte, após aceso despique para o apuramento para a final A com o Sport e o SCC, uma má opção de rumo permitiu a ultrapassagem do Sport tendo ficado apurado para a final B.
A final A foi bastante renhida entre os 3 primeiros tendo sido ganha e bem pelo SCC (A) seguido pelo Miño e pelo Sport, ficando em ultimo o CNIDH.
Na final B a prova foi discutida taco a taco entre o CDUP e o Náutico, com vitória suada deste ultimo ficando nas restantes posições o SCC (B) e o Ginásio.
Da final C não podem ser referidos os resultados por falta de elementos. No entanto, informa-se que as restantes tripulações inscritas eram o ARCO, o Miño (B) o Vigo e o Galitos.
Conseguimos os nossos objectivos. A sensação do dever cumprido. Participar e divertir. Isso é uma vitória.
Bom início de temporada


Como previsto, o CDUP iniciou a sua temporada participando nas provas da ARDP.
Começou por alinhar na regata de longo curso para absolutos – “Maratona de Remo” desde a barragem até á “Mobil” (em frente ao Portuscale) com tripulações em 2- e 1X, tendo feito um excelente treino. O resultado não era o mais importante, mas sim a oportunidade de competir numa prova com estas características.
Para os mais novitos deu-se início neste ultimo fim-de-semana á nova época com a participação na regata Aniversário da ARDP, realizada em Gramido – Valbom
Este segundo evento da ARDP também contou com algumas provas para os escalões mais velhos, com regatas de longo curso desde a Ribeira até Gramido, o que se regista com agrado por serem as mais adequadas a este início de temporada.
Infelizmente as condições climatéricas não ajudaram, o que levou á anulação de uma boa parte das provas.
O CDUP esteve presente nesta regata com tripulações nas categorias de infantis e iniciados. As tripulações de infantis fizeram o seu baptismo em 1X classificando-se em 2º (Sara Soares) e 3º lugar (Sofia Oliveira), logo atrás da atleta do Fluvial, 3ª classificada no último Campeonato Nacional.
Face á sua pouca experiência e margem de progressão, podemos dizer que temos campeãs.
A nossa skiffista iniciada Mariana Baptista não teve oportunidade de mostrar as suas credenciais na distância, pois como anteriormente referido, o forte vento e a ondulação obrigaram á anulação das restantes regatas.
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